E Sócrates disse: “Só sei que nada sei”.

O tempo passa e muita coisa muda, principalmente dentro da gente. O que foi, de repente já não é mais. O que se sabia, de repente não se sabe mais. E tudo é assim: transitório. No mais, a gente acaba rindo de algumas atitudes, se arrependendo de outras, e ganhando bagagem para aprender com tudo. E entre algumas questões, acabo sempre me perguntando quando é que a gente sabe que está finalmente maduro. Filosofia demais pra pouca mesa de bar…

Mas, quando o assunto é maturidade, acabo sempre concluindo que maturidade demais às vezes se converte em maturidade de menos. Algumas pessoas têm a péssima mania de achar que sabem de todos os segredos da vida, e como agir em todas as situações e se esquecem que muitas vezes essa lógica não serve para os demais, tornando-se verdadeiras mestras na arte da chatice e da inconveniência. E o mundo está cheio desses chatos que acham que entendem muito da vida da gente mas não sabem de porra nenhuma, com o perdão da palavra!

Já dizia Sócrates que só começamos a entender de fato as coisas quando percebemos que não sabemos o que imaginávamos saber. E eu poderia parar por aqui, mas continuo e deixo meu protesto por relações mais humanas e menos exatas, afinal, um mesmo parâmetro nem sempre serve para duas regras.

 

 

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