Please, stop the drama!

Alguns chamam de envelhecimento ou de chatice, mas eu chamo de amadurecimento: o tempo passa e me falta a paciência para determinadas situações e pessoas. Quero fora do meu convívio gente que reclama, mas é incapaz de solucionar seus problemas e, ainda, pessoas que mandam recados ao invés de olhar nos olhos e tentar solver diferenças. No meu egocentrismo, não consigo mais aceitar pessoas que em seu individualismo, só conseguem enxergar um lado da situação – eu gosto mais de mim do que sou capaz de suportar quem só pensa em si.

Tenho a primazia pelos poucos e bons, tenho preferido a qualidade em lugar da quantidade, seja num rodízio de pizzas ou na hora de escolher com quem e de que forma vou passar minhas preciosas horas livres no final de semana. No meu mundo chato e maduro, eu tenho a paz de estar acompanhada de pessoas que estão mais preocupadas comigo e em encontrar coisas em comum, do que atualizar álbuns de fotos no facebook e digo mais: nesse meu universo paralelo, resolvo minhas próprias pendências e tento, ao máximo, encontrar saídas antes de me lamentar.

Não quero repetir os mesmos erros sempre, brigar pelas mesmas causas, lutar pelos mesmos sonhos. Quero conhecer lugares diferentes, pessoas distintas e descobrir o quanto disso tudo me faz bem ou mal. Quero um mundo onde se faça menos drama e se corra mais atrás dos sonhos! Um mundo se faça mais amor, e menos a guerra; qualquer forma de amor e qualquer forma de guerra..! Quero um mundo onde a própria evolução leve as pessoas a reconhecerem seu próprio valor e a dimensão de seus atos e erros. Um mundo mais meu, e com os meus… Decifra-me ou devoro-te, porque eu não tenho tempo, idade e nem paciência pra quem me suga e não me enriquece!

*Post agendado, blog em recesso.

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