Artistas e Músicas do meu Fim de Semana

O título do último post aqui do blog é “VISCERAL E PONTO”. “Visceral” é uma palavra que pode resumir o meu jeito de sentir e pensar sobre as coisas: Ou é ou não é, ou toca ou não toca! Cansada de estudar, passei o final de semana quase inteiro ouvindo músicas e descobri que de alguma forma, todas elas se uniam pela visceralidade.

Charles Bradley – É um cantor americano, nascido na Florida, que faz Soul, Jazz, Funk, R&b, tudo com altíssima qualidade! Em 2011 ele lançou um disco chamado “No Time For Dreaming”, o qual eu não consigo parar de ouvir!

 

Mariana Volker – Conheci a Mariana Volker, carioca na MTV alguns anos atrás, vendo a banda Unidade Imaginária, da qual ela é/era vocalista, tocar. Ainda gosto da banda, que não se ainda existe ou já acabou. Me encantei com essa versão de Todo Amor que Houver Nessa Vida que ela fez tocando piano.

 

5 a Seco – Conheci a banda de um jeito engraçado: fui a um show deles com participação da Tiê pensando que o show era apenas da Tiê, e o resultado foi que me encantei pela banda! É um sopro de vida e criatividade para a música popular do cenário paulista! Quem gosta do Lenine, certamente irá gostar do som deles!

 

 

Mallu Magalhães – Já falei da Mallu em outro post, e pois é, ainda não consegui parar de ouvir o disco dela. A música da vez é “Cena”, me identifico dos pés à cabeça, o som é uma delícia!

 

Etta James – Fazia tempo que eu não ouvia, e estava com saudade do exagero, da comoção que ela me proporciona. Como ela, jamais haverá cantora igual! Ela morreu esse ano, mas faz parte daquela liga de artistas cuja sinceridade fará com que sejam eternos.

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Mallu Magalhães: Mais Velha e Mais Louca

Me perdoem pela piadinha impensada do título, mas eu realmente acredito que o último CD da Mallu Magalhães nos trouxe essa certeza de que ela cresceu e está muito mais madura musicalmente falando! Sempre gostei da música e do fato dela ter começado a carreira bem menina, disponibilizando música através do My Space e, mesmo sendo tímida, ter saído tocando por aí quando começou a obter retorno. E sempre torci para que ela lançasse coisas novas que me tocassem como algumas músicas fizeram no início da carreira. A influência do Marcelo Camelo fez bem pra ela!

Achei o clipe de Velha e Louca de uma beleza ímpar. Tanto letra quanto música são espetaculares e a Mallu está linda no clipe, perdeu o ar de adolescente e se desprendeu de algumas neuras! A transição do Folk para a música essencialmente brasileira caiu muito bem à Mallu! Não consigo mais parar de ouvir o disco, acho que o descobrimento da liberdade e da força pessoal dela estão condizendo comigo!

O clipe de Sambinha Bom também é incrível, tanto em termo de linguagem quanto em fotografia: