Você já parou pra pensar que marca você quer deixar no mundo?

Você já parou para pensar que marca você quer deixar no mundo?Como tem andado sua energia ultimamente? Tem reclamado muito? Esteve ficando viciado em encontrar defeito nas pessoas, nas coisas e no mundo? Tem sido ranzinza ou rude com as pessoas mais próximas? Pois é! Se você tiver dito sim para uma ou mais perguntas, você precisa começar a pensar nas lembranças que você quer levar desse mundo e que marcas você quer deixar no mundo! Você quer colecionar momentos incríveis ou momentos recheados de lembranças negativas?

Quando pensamos nas marcas que estamos deixando no mundo, naturalmente começamos a pensar melhor sobre nossos pequenos e grandes atos e, o principal, encontramos um norte. Passamos a enxergar a importância de agirmos de acordo com nossos valores e acreditarmos nas coisas que fazemos. Se pararmos e pensarmos em quais marcas deixaremos com as pessoas que convivem com nós e as consequências do nosso trabalho na sociedade que nos cerca, tenho certeza que seremos pessoas mais alegres, positivas, altruístas e felizes com nossas atitudes.

Por esse motivo, decidi listar as perguntas que passei a fazer a mim mesma muitas vezes com o intuito de me ajudar a ser uma pessoa mais agradável e de bem com a vida e espero que elas te ajudem nessa tarefa também!

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Nos seus relacionamentos interpessoais, como você vem tratando as pessoas com quem convive? Quais recordações positivas você poderia guardar das pessoas e gostaria que as pessoas guardassem dos momentos que passaram com você? Está sendo grosso com seus subordinados no trabalho? Você quer que essas pessoas se lembrem de você como um chefe insensível, grosso, desagradável? Trate seus funcionários com respeito e, se você sente que pode ajudá-los, procure desenvolver suas habilidades e ajudá-las a crescer em suas carreiras.

Na sua casa, quais lembranças você gostaria que seus filhos guardassem de você? Você tem sido amigo dos seus filhos, compreensivo com eles? Os tratado como seres humanos e não como seres que você colocou no mundo só para fazerem as suas vontades? Como você quer que seus filhos te enxerguem?

Você tem sido um bom namorado ou boa namorada? Tem tido um bom casamento? Tem sido respeitoso, carinhoso ou colaborativo? Tem exercitado a paciência, tratado o outro com o cuidado que ele merece? Tem sido um bom amigo ou amiga – sem estar fazendo papel de trouxa? Comece pensando que o mesmo sentimento de tristeza que você sente quando alguém é grosso gratuitamente com você, as pessoas com quem você é gratuitamente grosso ou estúpido também sentem! E que com o passar do tempo, as ofensas e grosserias gratuitas, podem acabar virando uma bola de neve!

Quais são os ideais que você prolifera? O que você compartilha no facebook? Você expõe experiências e pensamentos alegres, mesquinhas ou negativos? Você tem defendido ideias preconceituosas, espalhado discurso de ódio na internet? Será que você está sendo injusto? Você tem alguma amizade profunda ou extremamente íntima? Você tem alguma inimizade? Será que vale a pena continuar apegado a ela?

Não julgue. Religiões. Opiniões. Estilos. Gostos musicais. Se interesse pelas pessoas, independente de qualquer dessas coisas. Entenda as pessoas. Busque ser mais empático. Você tem sido preconceituoso? Seja leve! Não exija das pessoas que elas estejam no mesmo nível intelectual que você para ser amigo verdadeiramente delas. Aceite que algumas pessoas tiveram menos oportunidades de estudo que você e menos acesso à cultura e aprenda a valorizar as pessoas por aquilo que elas são. Também não espere que as pessoas ajam de acordo com as expectativas que você têm delas. Cada um é seu próprio guia e cada pessoa tem o direito de escolher o que fazer da própria vida! Entenda que é normal se relacionar com pessoas que pensam diferente de você e não seja a pessoa que está sempre certa!

Você já parou para pensar nas lembranças que você gostaria de levar com você pra sempre ao morrer? Você quer ser uma pessoa agradável que vai ter compartilhado inúmeros momentos felizes, divertidos, honestos ou uma pessoa reclamona, grossa, que vai ser lembrada por todo mundo como uma pessoa que não é legal de chamar para um rolê? Saia mais, tenha amigos de diferentes tribos, não seja fechado para ritmos musicais! Descubra músicas de outros ritmos com as quais você se identifique! Cresça e aprenda com o máximo de pessoas que você conseguir conhecer!

Seja uma pessoa mais alegre. Alegre o tanto que for possível para você. E não trate mal, principalmente – mas não só – as pessoas que te tratam bem. A lei do retorno se aplica também ao modo como tratamos as pessoas: pense no modo como você gostaria de ser tratado e trate as pessoas; gostaria que as pessoas fossem simpáticas e afetuosas com você? Seja verdadeiramente simpático e afetuoso com as pessoas. Quer atrair pessoas divertidas? Está cansado dos seus amigos tão chatos quanto você? Busque estar próximo de pessoas que sejam mais divertidas e faça amigos novos! Se você sente que precisa evoluir, busque conviver mais com pessoas em quem você possa se espelhar naquilo que você precisa alcançar!

Isso não significa que você não pode achar nada ruim, que você vai ser um bobo alegre. Mas não se demore nas críticas, afaste o mais rápido que você conseguir os pensamentos negativos da cabeça e principalmente, evite discussões e birras que não vão levar a outro lugar senão a desgastes nos relacionamentos.

Você não quer morrer e estar pensando em todas as suas angústias, nas lembranças ruins da sua vida, e nas pessoas que te despertaram raiva e rancor.

P.S.: Se você gostou desse texto, compartilhe nas redes sociais e fique de olho pois, na próxima semana, haverá Parte II, em que falarei sobre profissão e escolha do que estudar na faculdade!

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Os caminhos e minhas próprias escolhas sempre me levaram a acreditar que o mais importante nessa vida é conhecer a si mesmo. E isso não é apenas sobre saber do que se gosta ou não, mas sobre conhecer seus limites, enfrentar seus demônios, ter amor e respeito por si, para então conseguir viver bem consigo. Acredito que as pessoas não precisam de dogmas ou deuses, regras ou pessoas dizendo como elas devem se comportar se elas têm ciência de onde estão seus limites, suas paixões.

Cada vez que uma pessoa deixa de viver conforme gostaria pra obedecer regras, viver uma vida que lhe foi imposta, deixa também de caminhar sobre suas próprias pernas e aprender com seus próprios erros, e assim fica pra sempre andando em círculos, sem usar seu senso-crítico, mas seguindo imposições vazias, vivendo e desperdiçando seu tempo com propósitos vazios.

Serei eternamente curiosa em relação ao sobrenatural, à existência de Deus, desconfiada das religiões, sem exceção, mas continuarei acreditando que com ou sem dogma a ser seguido, a missão individual de cada pessoa é tentar ser melhor para si mesma e para o mundo e não melhor do que o mundo…

“Não me importa onde estarão os monges e onde estarão as auto-estradas. Para mim, o importante é fazer o amor, e não a guerra, em todos os lugares do mundo.” John Lennon